Hit do Carnaval 2026

Do pagodão ao funk, veja as músicas que disputam o topo dos blocos pelo Brasil

Ivete, Anitta, Melody, Marina Sena e apostas virais embalam a folia; mistura de ritmos deixa a corrida pelo hit mais acirrada.

Na Mira, com informações do g1

Anitta, Melody e Ivete disputam o titulo de hitmakers do Carnaval 2026. (Larissa Queiroz; Lauwry; Divulgação)

BRASIL - O Carnaval está batendo à porta e, como manda a tradição, a disputa pelo hit da temporada já começou. Em 2026, a briga está aberta: tem pagodão baiano, arrocha sofrido, funk com coreografia de TikTok e até pop eletrônico com cara de trio elétrico.

Entre nomes consagrados e surpresas que cresceram no boca a boca, algumas faixas já dominam blocos, academias de dança e playlists de streaming. A pergunta é simples: qual música vai grudar na cabeça do Brasil inteiro até a Quarta-Feira de Cinzas?

Abaixo, os principais concorrentes, de acordo com o g1.

Pagodão e axé: a força da Bahia no Carnaval

“O Baiano Tem o Molho” – O Kannalha

Correndo por fora, o pagodão d’O Kannalha virou trilha sonora das ruas. Lançada no ano passado, a música ganhou nova vida após viralizar com o ator Wagner Moura, ajudando a espalhar o bordão de que o baiano realmente tem o “molho”.

O problema é justamente esse: já é conhecida demais. Funciona bem no bloco, mas perdeu o fator novidade.

“Vampirinha” – Ivete Sangalo

Carnaval sem Ivete é quase impossível. A aposta deste ano é “Vampirinha”, uma faixa divertida, bagaceira e com a cara do trio elétrico.

Não chega a ser um dos trabalhos mais marcantes da cantora, mas Ivete tem uma vantagem que ninguém tira: ela transforma qualquer música em festa ao vivo. Só isso já mantém a faixa no jogo.

Arrocha e sofrência: a surpresa que conquistou o público

“Fanatismo” – Yasmin Sensação

Todo ano surge um nome inesperado que cresce no boca a boca e 2026 parece ser de Yasmin Sensação.

A sergipana apostou em uma versão arrocha de “Fanatismo”, do angolano Anselmo Ralph, mas foi a interpretação intensa que fez a música ganhar as ruas. É daquelas que o bloco inteiro canta em coro.

Pode não ser a mais explosiva, mas é um dos sucessos mais orgânicos da temporada.

Funk e coreografia: o combo das redes sociais

“Jetski” – Pedro Sampaio, Melody e MC Meno K

Se existe uma fórmula para hit hoje, ela passa por batida rápida + dancinha viral. “Jetski” entendeu isso perfeitamente.

A parceria colocou Melody ao lado de Pedro Sampaio e MC Meno K e rapidamente entrou entre as mais tocadas do Spotify Brasil. A coreografia já virou febre em aulas de fitdance e vídeos nas redes.

Tem refrão fácil, energia alta e cara de multidão pulando junta. É a candidata mais forte ao título.

Misturas de ritmos: pop, funk e brasilidade

“Carnaval” – Marina Sena e Psirico

A faixa mistura percussão, clima de bloco de rua e, de repente, vira um funk irresistível. A produção consegue manter a energia do ao vivo mesmo na versão de estúdio.

É uma das músicas mais interessantes artisticamente, mas talvez sofisticada demais para virar o grande hit popular. Ainda assim, deve tocar muito.

“Gostosin” – Anitta, Hitmaker e Felipe Amorim

Saída do tradicional EP de verão de Anitta, “Gostosin” aposta na mistura de funk, piseiro e eletrônico. A coreografia chiclete ajudou a faixa a ganhar força rápida.

Não tem o impacto imediato de outros sucessos da cantora, mas já está firme nas playlists de aquecimento para a folia.

Afinal, qual deve ser o hit?

Se depender de alcance digital e dança viral, “Jetski” larga na frente. Mas Carnaval costuma ser imprevisível: às vezes, a música que domina é aquela que simplesmente encaixa melhor no trio e no coro do bloco. Uma coisa é certa: em 2026, o som da festa vem bem diverso e ninguém vai ficar parado.

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