SÃO LUÍS - Em função da dificuldade de diagnóstico da endometriose, doença caracterizada pela presença de endométrio – tecido que reveste o interior do útero – em outros órgãos como bexiga, intestino, ovários e trompas, apenas por meio da consulta de rotina, os exames de imagem são os mais recomendados para indicar a provável presença da doença. Dentre eles, a ressonância magnética demonstra maior sensibilidade e especificidade para avaliar mulheres com o problema.
De acordo com o radiologista Sylvio Batista, a ressonância magnética é capaz de detectar endometrioma e endometriose profunda, mais difíceis de serem indicadas por exames de ultrassonografia. “A ressonância magnética é um dos exames fundamentais para diagnóstico da doença. Em caso positivo, o ginecologista deve ainda solicitar exames
laboratoriais específicos para confirmar a patologia”, ressalta o médico.
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O exame não necessita de aplicação de contraste e detecta alterações no tecido fibrótico cicatricial e alterações sanguíneas decorrentes da endometriose, em complementação à ultrassonografia com doppler colorido.
“Se comparado a outros exames de imagem, a ressonância magnética se destaca por identificar as aderências e, demonstrar e avaliar a extensão das lesões não–visíveis ao exame de laparoscopia. Com sensibilidade e especificidade acima de 90% para endometriose profunda, pois os achados da ressonância magnética são mais específicos do que os de ultrassonografia e de tomografia computadorizada”, declarou o radiologista Sylvio Batista.
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