Eleições 2026

TSE marca nova reunião para explicar urnas eletrônicas

Encontro será realizado em 17 de agosto e ocorre após declarações de Flávio Bolsonaro sobre o sistema eletrônico de votação.

Ipolítica, com informações da Agência Brasil

Atualizada em 27/07/2026 às 15h44
TSE realizará nova reunião com embaixadores para explicar o funcionamento das urnas eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro. (Luiz Roberto / TSE)

BRASIL – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizará, no dia 17 de agosto, uma nova reunião com embaixadores, representantes diplomáticos e organismos internacionais para apresentar o funcionamento das urnas eletrônicas e do sistema eleitoral brasileiro. O encontro ocorrerá na sede da Corte, em Brasília.

Segundo o TSE, a iniciativa dá continuidade às ações de transparência voltadas à comunidade internacional. A apresentação será conduzida pelo presidente do tribunal, ministro Kássio Nunes Marques, que voltará a detalhar o funcionamento das urnas eletrônicas.

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Reunião ocorre após declarações de Flávio Bolsonaro

A nova reunião foi anunciada após o senador e candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, divulgar a embaixadores informações sobre o sistema eleitoral brasileiro que, segundo o TSE, são falsas.

Entre as declarações, Flávio afirmou, sem apresentar provas, que parte das urnas utilizadas nas eleições brasileiras seria fornecida pela empresa Smartmatic, associada ao sistema eleitoral venezuelano.

O Tribunal Superior Eleitoral voltou a afirmar que a Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas nem desenvolveu softwares utilizados nas eleições brasileiras.

TSE reforça origem das urnas eletrônicas

Em nota, o TSE informou que as urnas eletrônicas foram projetadas por servidores da Justiça Eleitoral e produzidas por empresas contratadas por meio de licitação pública.

A Corte destacou ainda que a associação entre a Smartmatic e o sistema brasileiro de votação já foi desmentida em diversas ocasiões nos últimos anos.

Observadores internacionais acompanharão as eleições

O TSE também informou que as eleições de outubro contarão com missões de observação internacional.

Entre os organismos confirmados estão:

  • União Europeia;
  • Organização dos Estados Americanos (OEA);
  • Parlasul;
  • Carter Center;
  • Uniore;
  • Rojae-CPLP.

De acordo com o tribunal, as instituições integrarão a Missão de Observadores Eleitorais responsável por acompanhar o processo eleitoral brasileiro.

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