Crime

Servidor público é preso em Coroatá por suspeita de aliciar criança de oito anos

Durante as investigações, a Polícia Civil também apura o crime de armazenamento de material de pornografia infantil.

Imirante.com

Durante as investigações, a Polícia Civil também apura o crime de armazenamento de material de pornografia infantil. ((Foto: Divulgação/ PCMA))

COROATÁ –  Um servidor público de um hospital municipal foi preso na manhã desta sexta-feira (30), em Coroatá, a 251 km de São Luís, sob a suspeita de aliciar uma criança de oito anos. Segundo a Delegacia de Polícia do município, o homem teria utilizado uma rede social para marcar um encontro com a vítima.

Denúncia e descoberta do crime

O caso foi descoberto pelo pai da criança, que encontrou as mensagens trocadas no dispositivo da vítima e procurou imediatamente as autoridades. A prisão ocorreu no bairro Novo Areal, durante o cumprimento de mandados de busca, apreensão e prisão preventiva realizados pela Polícia Civil.

No decorrer das investigações, os agentes encontraram indícios de que o suspeito também armazenava material de pornografia infantil. Essa nova frente de investigação busca identificar a extensão do conteúdo em posse do servidor e se houve o compartilhamento desses arquivos com terceiros.

Após os procedimentos legais cabíveis na delegacia, o homem foi submetido a exame de corpo de delito e encaminhado para a Unidade Prisional de Coroatá. Ele permanece detido e à disposição do Poder Judiciário enquanto o inquérito é concluído.

Sobre o crime de posse e distribuição de pornografia infantil

Segundo o Superior Tribunal de Justiça, o armazenamento de pornografia infantil e distribuição desse material configuram crimes distintos: enquanto o armazenamento foca na posse ilícita de arquivos, a distribuição pune o compartilhamento que expande a rede de abusos.

Como cada uma dessas ações fere o Estatuto da Criança e do Adolescente de maneira diferente, a guarda do material e o eventual repasse das imagens são vistos como violações independentes, o que eleva significativamente o tempo total de reclusão em um eventual julgamento.

Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.