SÃO PAULO - Cientistas britânicos chegaram ao fim de um estudo que ajuda a entender a mente de pessoas de comportamento violento. E isso pode ser o caminho para tratar as psicopatias.
O estudo foi feito inicialmente com gatos de laboratório. Conclusão: um gato agressivo tem sinais característicos no cérebro. Bem diferente de um gato mais dócil.
Mas foi com gente que a pesquisa surpreendeu. Ao comparar os cérebros de presidiários que cometeram homicídio, estupro e outros crimes bárbaros, com cérebros de cidadãos pacatos, foi possível perceber desvios nos neurônios que conduzem os impulsos magnéticos cerebrais.
É como se a mente de um psicopata tivesse estradas interrompidas ou mesmo alteradas. Estradas por onde transita o pensamento.
Em Londres, num dos maiores centros de neurociência do mundo, os pesquisadores usaram máquinas de ressonância magnética para mapear a cabeça. E tentar entender, afinal, o que se passa dentro dela.
A pesquisa comprovou a diferença anatômica entre os cérebros de um psicopata e de uma pessoa considerada normal. Essa descoberta, segundo um cientista que participa do projeto, não só ajuda a entender o cérebro de um criminoso. Mas principalmente, abre caminho para o desenvolvimento de remédios e, quem sabe, a cura.
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