PT não deve ir com MDB, disse Edinho a petistas do MA
Edinho Silva, presidente nacional do PT, em conversa com membros do PT do Maranhão falou que a ideia é buscar a unidade no estado; Lula ainda conversará com o governador Carlos Brandão.
SÃO LUÍS - Em encontro da direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), em Salvador, o presidente nacional da sigla, Edinho Silva, informou a um grupo de petistas do Maranhão que o partido realizou pesquisa qualitativa recentemente e que o provável é que não haja apoio do PT a uma candidatura do MDB no Maranhão. Mas que isso não significa que o diálogo com o governador Carlos Brandão (sem partido) tenha sido encerrado.
Estavam em uma “roda” com presidente nacional do PT pelo menos seis membros do partido no Maranhão entre eles o deputado Zé Inácio e a presidente da comissão provisória da legenda, Patrícia Carlos Maceira. Segundo fontes do partidos ouvidos pela coluna, Edinho disse que a pesquisa qualitativa mostra que o nome do MDB, o secretário de Assuntos Municipalista, Orleans Brandão, não é a melhor opção para apoiar no estado.
Além disso, tem a questão da unidade do grupo que, segundo Edinho Silva, ainda é o objetivo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Maranhão. E, por isso, vai continuar dialogando com o governador maranhense.
“Vai voltar a conversar com Brandão em busca da unidade. Mas aí, será o governador que vai dizer se manterá a candidatura de Orleans ou sevai substituir o candidato”, disse um petista à coluna.
Ainda não há data para a segunda reunião de Brandão com Lula. Na semana passada, durante solenidade da retomada dos trabalhos na Assembleia Legislativa, o governador disse que aguardava o alinhamento da agenda presidencial para ir a Brasília conversar com o presidente.
A alternativa de uma terceira via já havia sido apresentada ao governador por Edinho Silva. O nome citado foi o do ministro de Esporte, André Fufuca (PP). Na ocasião, o governador disse ao presidente nacional do PT que conversou com sua base e que não aceitaram a sugestão da terceira via.
Esta possibilidade de trocar o nome do candidato do grupo palaciano, na verdade, vem sendo ventilado como uma alternativa de acabar com o racha no grupo lulista. A ideia é tirar a candidatura tanto de Orleans quanto do vice-governador Felipe Camarão (PT).
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