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Coluna Via Digital por Lucia Camargo Nunes, economista e jornalista especializada no setor automotivo.
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Mais uma opção de elétrico acessível: conheça o Aion UT

Novo compacto elétrico chinês da GAC oferece bom espaço interno, vem bem equipado e possui a maior autonomia na versão topo.

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BRASIL - A GAC expande sua operação no País com o Aion UT, hatch urbano elétrico vendido nas versões Premium, por R$ 139.990, e Elite, por R$ 159.990. Na fase de lançamento até meados de junho, a versão de entrada recebe abatimento de R$ 4.000, e ambas contam com um ano de seguro grátis. 

O veículo utiliza motor elétrico dianteiro de 204 cv de potência e 21,4 kgfm de torque imediato, com limite de velocidade estabelecido eletronicamente em 160 km/h. Na opção Premium a autonomia é de 253 km (Inmetro); na Elite, o alcance sobe para 310 km, a maior entre a concorrência (BYD Dolphin Mini e Geely EX2). 

GAC Aion UT (Foto: Divulgação). 
GAC Aion UT (Foto: Divulgação). 

Medindo 4,27 metros de comprimento e com 2,75 m de distância entre os eixos, o Aion Ut acomoda 340 litros no porta-malas. Por dentro, há cluster de 8,88” e central multimídia de 14,6”. A versão topo integra 6 airbags de série e pacote de assistência Adas de nível 2, incluindo frenagem autônoma de emergência, auxílio de permanência em faixa e controle de cruzeiro adaptativo.

Geely EX2 será produzido no Paraná

A aliança Renault Geely do Brasil confirmou a montagem local do hatch elétrico EX2 no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, até o final deste ano. 

A viabilização da linha de montagem no estado foi atrelada a um acordo coletivo firmado com os operários do complexo em abril. 

Geely EX2 (Foto: Divulgação). 
Geely EX2 (Foto: Divulgação). 

Hoje o EX2 parte de R$ 123.800 na versão Pro e R$ 136.800 a Max. Segundo concessionários, a fila de espera chega a 90 dias. 
O volume de procura superou a oferta dos lotes importados. Só em maio foram vendidas 4.250 unidades. É justamente para tentar contornar esse gargalo que a aliança acelerou o processo para nacionalizar o EX2 até o final de 2026.

Wey 07 ganha versão Dark Edition 

A GWM ampliou a linha do SUV Wey 07 com a nova configuração Dark Edition. Por R$ 432.000, o modelo foca em uma estética predominantemente preta aplicada à carroceria e ao interior, que recebe revestimento sintético na mesma tonalidade no teto e colunas. As rodas aro 21 expõem pinças de freio pintadas de vermelho. 

Wey 07 (Foto: Divulgação). 
Wey 07 (Foto: Divulgação). 

O trem de força híbrido plug-in é formado pelo motor 1.5 turbo associado a dois motores elétricos independentes, entregando tração integral, 517 cv de potência e 83,6 kgfm de torque. A aceleração até 100 km/h ocorre em 4,9 segundos. O sistema elétrico opera a partir de uma bateria de 42,5 kWh, garantindo autonomia de 128 quilômetros no ciclo Inmetro. A cabine distribui seis assentos elétricos e incorpora central multimídia de 14,6”, refrigeração central e 22 sensores destinados à condução semiautônoma.

BYD apresenta o novo SUV Sealion 7 

A BYD lança o Sealion 7, SUV-cupê que entra no portfólio da marca por R$ 339.990. Equipado com motores elétricos nos eixos dianteiro e traseiro, o veículo entrega 531 cv de potência total e 70,4 kgfm de torque. Bastam 4,5 segundos para atingir 100 km/h. 

BYD SUV Sealion 7 (Foto: Divulgação). 
BYD SUV Sealion 7 (Foto: Divulgação). 

O vão livre do solo foi fixado em 169 milímetros mediante uma calibração de suspensão e chassi direcionada à topografia brasileira. O pacote de baterias Blade de 82,5 kWh sustenta até 360 km de alcance e suporta recargas rápidas com picos de até 150 kW em corrente contínua. O habitáculo concentra os comandos na tela multimídia rotativa de 15,6” e recebe sistema sonoro de 12 alto-falantes. O conjunto de segurança passiva conta com 9 airbags e radares de assistência frontal e traseira ao motorista.

Estudo da BCG aponta redesenho na cadeia de autopeças

O setor de fornecedores automotivos globais enfrenta uma transição estrutural complexa. Segundo o Boston Consulting Group, 53% dos executivos projetam deterioração nas margens devido aos custos e à oscilação na demanda por elétricos. O estudo prevê avanço anual de 3,5% no valor da cadeia até 2035, concentrado em softwares e sistemas autônomos, enquanto componentes para motores a combustão declinam. No Brasil, a transição gradual via modelos híbridos e biocombustíveis exige eficiência operacional combinada com aportes focados em eletrônica embarcada para assegurar a rentabilidade.

*Lucia Camargo Nunes é economista e jornalista especializada no setor automotivo, editora do do canal @viadigitalmotors no YouTube e do perfil @viadigitalmotors no Instagram. E-mail: lucia@viadigital.com.br


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