ESTADOS UNIDOS – A eliminação do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, teve um dado histórico negativo. A Seleção Brasileira terminou a partida com apenas 35% de posse de bola, o menor índice do time em Mundiais desde que a Opta iniciou esse tipo de levantamento, em 1966.
Até então, o Brasil nunca havia encerrado um jogo de Copa do Mundo com menos de 40% de posse. O número chamou atenção mesmo com a Seleção criando chances claras durante a partida.
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Noruega quis controlar o ritmo
O técnico norueguês Stale Solbakken disse que a posse de bola fazia parte do plano para reduzir os contra-ataques brasileiros.
"Nosso plano era ter a posse de bola desde o começo. Queríamos uma construção mais lenta. Quando eles tinham posse, o contra-ataque era muito rápido. Queríamos impedir isso através da posse", explicou.
A partida também marcou a menor posse do Brasil em 17 jogos sob o comando de Ancelotti, entre amistosos, Eliminatórias e Copa do Mundo.
Posses do Brasil sob comando de Ancelotti
Copa do Mundo:
- Brasil 1 x 2 Noruega – 35%.
- Brasil 2 x 1 Japão – 61%.
- Escócia 0 x 3 Brasil – 51%.
- Brasil 3 x 0 Haiti – 49%.
- Brasil 1 x 1 Marrocos – 46%.
Amistosos:
- Brasil 2 x 1 Egito – 51%.
- Brasil 6 x 2 Panamá – 55%.
- Croácia 1 x 3 Brasil – 45%.
- Brasil 1 x 2 França – 46%.
- Brasil 1 x 1 Tunísia – 74%.
- Brasil 2 x 0 Senegal – 47%.
- Japão 3 x 2 Brasil – 67%.
- Coreia do Sul 0 x 5 Brasil – 59%.
Eliminatórias:
- Bolívia 1 x 0 Brasil – 58%.
- Brasil 3 x 0 Chile – 64%.
- Brasil 1 x 0 Paraguai – 73%.
- Equador 0 x 0 Brasil – 48%.
Com a derrota, o Brasil se despediu da Copa do Mundo nas oitavas de final.
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