SÃO LUÍS – O caso de Viktoria, uma jovem ucraniana que estava enfrentando problemas com saúde mental e solidão, ganhou notoriedade nos últimos dias. A jovem começou a conversar diariamente com o ChatGPT, mas, ao invés de amparo, a IA reforçava o isolamento, excluindo a família e outras formas de apoio e sugeria maneiras para ela cometer suicídio. O caso levantou o debate: quando conversar com uma IA se torna um problema?
O Atualidades desta segunda-feira (24), recebeu o Diretor do CAPS AD e Especialista em Saúde Mental, Marcelo Costa e a psicóloga, Karolayne Oliveira, que discutiram sobre o risco de recorrer à uma inteligência artificial em momentos sensíveis, que pedem o acompanhamento de um profissional.
“Por isso é importante a gente dizer quando é que a IA começa a fazer algum mal as pessoas […] quando ela traz prejuízo, por exemplo, às habilidades cognitivas e sociais, a pessoa começa a deixar de ter interpretação sobre os acontecimentos do dia a dia porque vai recorrer à ela, ela vai interpretar” explica Marcelo Costa.
Veja a entrevista na íntegra.
Saiba Mais
- IA lidera ranking de preocupações de segurança entre empresas no Brasil
- Governo e MP recomendam que X impeça conteúdos sexualizados gerados pelo Grok
- Governo e MP recomendam que X impeça conteúdos sexualizados pelo Grok
- Maranhenses podem participar de cursos gratuitos sobre Inteligência Artificial em parceria com a Google
- Comandos IA: plataforma reúne comandos prontos de inteligência artificial para uso simples no dia a dia
Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.