SÃO LUÍS – A chegada de um novo ano costuma reforçar a crença de que a simples virada do calendário é suficiente para promover mudanças profundas e imediatas, alimentando o popular mito do “ano novo, vida nova”. Segundo os psicólogos Noellio Galvão e Karolyane Oliveira, esse discurso, socialmente valorizado, estimula balanços pessoais e listas de promessas que nem sempre consideram a realidade emocional, financeira e social de cada indivíduo. Quando as metas não são cumpridas, é comum que surjam sentimentos de frustração, culpa e fracasso, intensificados pela comparação constante com padrões idealizados, especialmente nas redes sociais.
A orientação é substituir a autocrítica pela reflexão, entendendo que mudanças consistentes não dependem de datas simbólicas, mas de processos graduais, possíveis e alinhados à realidade, capazes de preservar a saúde mental ao longo do ano.
“Ao longo desse novo ano existem expectativas e essas expectativas elas acontecem que as pessoas desejam logo em pequeno prazo e aí acabam que não fazendo esse planejamento, não traçando certas estratégias e isso acaba prejudicando essa compreensão da pessoa acerca de que não é um novo ano, é um processo de continuidade" disse Noellio Galvão.
Veja na íntegra.
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