PONTO FINAL

Operação Vaga Livre mira flanelinhas irregulares

Operação foi ampliada para a Litorânea e Centro Histórico após novos relatos de ameaças e extorsões.

Wesly Lima/Mirante News FM

Atualizada em 23/06/2026 às 11h33
Delegado-geral adjunto Operacional da Polícia Civil, Jorge Pacheco em entrevista ao Ponto Final com Jorge Aragão.
Delegado-geral adjunto Operacional da Polícia Civil, Jorge Pacheco em entrevista ao Ponto Final com Jorge Aragão. (Wesly Lima/Mirante News)

SÃO LUÍS - A Operação Vaga Livre, realizada pela Polícia Civil do Maranhão com apoio da Polícia Militar, foi criada após uma série de denúncias de cobranças abusivas, ameaças e danos a veículos provocados por parte dos guardadores de carros durante o período junino. Em entrevista ao programa Ponto Final na manhã desta terça-feira (23), o delegado-geral adjunto Operacional da Polícia Civil, Jorge Pacheco, afirmou que a ação começou com orientações e fiscalizações, mas poderá avançar para medidas mais rigorosas em casos de crimes. Segundo ele, os principais relatos recebidos envolvem cobranças elevadas e reserva irregular de vagas públicas: “A maior reclamação é as cobranças abusivas, mas como o senhor bem falou também tem essa questão de guardar vagas, de espalhar cones na via pública, que isso é uma infração de trânsito também e nós estamos coibindo de uma forma muito enérgica, esses cones estão todos sendo apreendidos e tirados da via pública, que isso é uma prática ilegal e não será permitida”.

Operação será permanente

O delegado informou que a fiscalização será mantida ao longo do ano e destacou que a operação não tem o objetivo de impedir a atuação dos guardadores de veículos que trabalham dentro da lei. Ele afirmou que a presença das forças de segurança será ampliada conforme surgirem novas denúncias e reforçou a importância da participação da população: “Essa operação ela vai perdurar pelo ano inteiro, enquanto nós estivermos na gestão da Polícia Civil essa operação vai ocorrer de forma permanente. Nós vimos a importância desse trabalho e é um trabalho que a população abraçou e nós estamos aqui pra servir, servir a população e proteger”.

Assista.

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