ATUALIDADES

Dia da mentira: por que mentimos e quando pode ser um quadro patológico

O psicólogo Jediael Abreu e o psiquiatra Ruy Palhano foram entrevistados no programa Atualidades

Mirante News FM

Jediael Abreu e Ruy Palhano durante o programa Atualidades.
Jediael Abreu e Ruy Palhano durante o programa Atualidades. (Adson Mendes/Rádio Mirante News)

SÃO LUÍS – Durante o programa Atualidades desta terça-feira (1), o psicólogo Jediael Abreu e o psiquiatra Ruy Palhano explicaram quando a mentira deixa de ser "inocente" e passa a representar uma situação mais complexa.

“O mentiroso compulsivo não tem controle da mentira que ele conta, mesmo que ele seja flagrado na mentira, ele diz que é mentira. O compulsivo não controla e não consegue manter aquilo que ele fala, ele vai mentindo e nem se dá conta disso”, afirmou Jediael Abreu.

"A designação da mentira é trans-histórica. Ela não se restringe exclusivamente ao fenômeno de falsear a verdade. Ela é uma dimensão muito ligada às condições humanas. Nós humanos em qualquer época da vida e desde cedo a gente passa a praticar mentiras. Estudos dizem que a partir de dois anos você já começa a estabelecer mentiras, organizar essas práticas. Agora, essa faz parte de um contexto universal. Todos nós mentimos", disse Ruy Palhano.

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1 de abril marca o Dia da Mentira em vários países. Quando a mentira se torna um hábito constante e incontrolável, pode evoluir para um transtorno conhecido como mitomania. Esse comportamento compulsivo pode afetar gravemente a vida pessoal e profissional de quem sofre com o problema.

Assista.

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