BRASÍLIA - O governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), vai anunciar na próxima sexta-feira a sua pré-candidatura à Presidência da República. O ato provoca divergência dentro do seu partido político. Uma ala da sigla quer negociar espaços apenas em 2026.
Algumas das principais lideranças da sigla, contudo, não descartam apoiar Caiado caso ele consiga crescer nas pesquisas. O desconforto dentro do União Brasil se deve, principalmente, ao momento escolhido para o lançamento, considerado precipitado por parte dos correligionários.
A cerimônia de lançamento de pré-candidatura de Caiado contará com a presença de lideranças políticas de Goiás, como a deputada federal Sylvie, e da Bahia, incluindo o prefeito de Salvador, Bruno Reis. No entanto, parte da bancada do partido optou por não comparecer.
Dentro do União Brasil, integrantes das três correntes principais fazem objeções. Um grupo defende uma candidatura própria, mas acreditava que era necessário que Caiado estivesse melhor posicionado nas pesquisas antes de oficializar o movimento. Outra ala do partido prega o alinhamento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto um terceiro grupo vê com bons olhos uma aproximação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Aqueles que apostam numa candidatura própria dentro do União Brasil defendem que a viabilidade do projeto deve ser avaliada e lembram o fracasso de postulantes anteriores. Em 2022, por exemplo, a senadora Soraya Thronicke, que também concorreu à Presidência, teve apenas 0,45% dos votos válidos.
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