BURITICUPU - Um homem identificado como Diego Silva Lima foi condenado a 18 anos e oito meses de prisão pelo assassinato de Ana Vitória Evangelista Lima. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado.
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O júri foi realizado na última terça-feira (10), no Fórum da Comarca de Buriticupu, e divulgado nesta sexta-feira (13). A sessão foi presidida pelo juiz Geovane da Silva Santos.
De acordo com a denúncia, o crime aconteceu no dia 28 de agosto de 2023, no bairro Terra Bela, quando a vítima foi morta com um tiro na cabeça.
Júri condena acusado de matar jovem com tiro na cabeça no MA
As investigações apontaram que o assassinato teria sido motivado por um roubo atribuído à vítima contra o pai do acusado, ocorrido em fevereiro de 2023. A suspeita foi reforçada por prints de conversas de WhatsApp apresentados à polícia, que indicariam o motivo do crime.
Testemunhas também confirmaram a versão apresentada durante as investigações. Além disso, câmeras de segurança registraram a presença do acusado no local do crime, e testemunhas oculares realizaram reconhecimento fotográfico, apontando Diego como autor dos disparos.
Homem é condenado por homicídio em Buriticupu
Segundo a denúncia, Diego Silva Lima fugiu logo após o crime, o que levou à solicitação de prisão preventiva. Depois de ser preso, o acusado optou por permanecer em silêncio durante o interrogatório.
O Ministério Público destacou que a materialidade e a autoria do homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e por recurso que dificultou a defesa da vítima, foram comprovadas por depoimentos de testemunhas, imagens de câmeras de segurança, reconhecimento fotográfico e mensagens extraídas do celular da vítima.
Ao final do julgamento, o juiz Geovane da Silva Santos afirmou que a realização da sessão integra os esforços do Poder Judiciário para dar celeridade ao julgamento de crimes dolosos contra a vida.
“A sessão ocorreu nas instalações do Fórum da Comarca de Buriticupu e integra os esforços do Poder Judiciário para garantir a celeridade no julgamento de crimes dolosos contra a vida, reforçando o compromisso com a efetividade da justiça e a resposta à sociedade”, destacou o magistrado.
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