Polícia prende suspeitos de fabricar armas com impressora 3D no Maranhão
Um dos suspeitos foi preso dentro de um ferryboat em São Luís enquanto tentava viajar para a Baixada Maranhense. Polícia apreendeu submetralhadoras, munições e equipamentos usados na fabricação de armamentos.
SÃO LUÍS – A Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) prendeu duas pessoas suspeitas de fabricar armas utilizando impressoras 3D no estado. De acordo com as investigações, um dos suspeitos foi detido enquanto tentava viajar para a região da Baixada Maranhense.
A operação ocorreu em São Luís e também no município de Pinheiro, no interior do estado. Os policiais apreenderam armas, munições e equipamentos que, segundo a polícia, eram utilizados na fabricação e manutenção de armamentos que poderiam ser destinados a integrantes de uma organização criminosa.
Prisão ocorreu dentro de ferryboat
Um dos presos foi identificado como Adriano Alves Menezes. Segundo a polícia, ele é suspeito de produzir armas automáticas com o uso de uma impressora 3D, além de realizar manutenção de armamentos utilizados por membros de uma organização criminosa.
Adriano foi preso enquanto tentava seguir viagem para o interior do Maranhão. A abordagem ocorreu dentro de um ferryboat, no Terminal da Ponta da Espera, em São Luís. Parte do material apreendido estava na bagagem do suspeito.
Durante a abordagem, os policiais encontraram duas submetralhadoras, um revólver calibre 38, dois carregadores para calibre 9 mm e 13 munições intactas. Também foram apreendidas uma impressora 3D e diversas ferramentas que, segundo a polícia, eram utilizadas na fabricação das armas.
Outro suspeito preso na Baixada Maranhense
Em uma ação paralela, realizada no município de Pinheiro, na Baixada Maranhense, a polícia prendeu outro suspeito conhecido pelos apelidos de “Cigano” ou “MK”. De acordo com as investigações, ele também estaria envolvido na coordenação da fabricação e comercialização dos armamentos.
Investigação segue em andamento
A Polícia Civil do Maranhão abriu um inquérito para aprofundar as investigações sobre o caso e identificar possíveis outros envolvidos no esquema.
Os dois suspeitos devem responder pelos crimes de posse ou porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa. As autoridades também apuram se o material produzido era destinado ao abastecimento de grupos criminosos que atuam na região.
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