No Maranhão, Lula tem chances maiores de eleger aliados para as duas vagas no Senado
São, por enquanto, sete pré-candidatos que manifestaram o interesse de concorrer ao Senado que são ligados ao grupo lulista; do lado bolsonarista, existe somente uma pré-candidatura até o momento.
SÃO LUÍS - Uma das prioridades dos partidos dos dois campos políticos que polarizam no Brasil é a vaga para o Senado. Isso tanto lulistas quanto bolsonaristas afirmam faz tempo que ter maioria de senadores é impescindível a partir de 2027. Vários são os estados brasileiros a disputa está acirra. No Maranhão, no entanto, pelos nomes postos, o presidente Lula deve ter dois aliados eleitos.
Mesmo com o cenário político para a composição das chapas majoritárias dos pré-candidatos ao governo, pelos nomes já colocados para a disputa de senador, não há dúvidas de que as chances do presidente Lula conseguir manter dois senadores maranhenses para chamar de seu lá no Congresso Nacional.
Do grupo lulista, no Maranhão, estão os nomes do senador Weverton Rocha (PDT), da senadora Eliziane Gama (PT), da ex-governadora e deputada federal Roseana Sarney (MDB), do deputado André Fufuca (PP) e ainda dos nomes do PSOL/Rede que estão na base do governo Lula. Pelo PSOL os pré-candidatos ao Senado são Franklin Douglas e Antônia Cariongo.
O deputado Fufuca até pode ser colocado como um nome mais de centro, que não entraria no grupo lulista devido ao posicionamento do seu partido. No entanto, o ex-ministro do presidente Lula diz não abrir mão de apoiar o presidente no Senado Federal.
De possíveis candidatos ao Senado tem ainda o vice-governador Felipe Camarão (PT), que é pré-candidato ao governo estadual, mas, em mais de uma ocasião, disse que poderia sim disputar um mandato de senador (na chapa do ex-prefeito Eduardo Braide de preferência).
Do lado bolsonarista do Maranhão, por enquanto, há somente o nome do ex-senador Roberto Rocha (Novo). Ele, por sinal, tem dito constantemente que, em 2026, será a primeira vez que o campo da direita fará um senador no Maranhão.
A análise do ex-senador, no entanto, contraria a “regra” nas eleições maranhenses que em todos os pleitos desde a redemocratização tem senador eleito a chapa que o candidato ao governo sai mais votado no primeiro turno.
Por essa razão que os candidatos lulistas analisam com cautela para qual caminho trilhar e ter uma “chapa forte” como eles costumam classificar.
Falta somente uma observação: ainda não foram colocados à mesa os nomes dos candidatos ao Senado na chapa de Eduardo Braide (PSD), que já escolheu um nome da direita para ser sua candidata a vice-governadora. Elaine Carneiro foi escolhida por ser mulher e da região tocantina do estado.
O ex-prefeito, no entanto, ainda não deu sinal dos nomes para concorrer ao Senado. Se ele mantiver a linha que o levou a escolher a candidata a vice, pode aumentar o número de candidatos a senador ligados ao campo da direita no Maranhão.
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