Polícia

Suspeito de matar professora no Maranhão é preso após quase 15 anos foragido

Kennedy Alves da Silva era procurado pela Justiça desde 2011, quando a professora Eunice das Chagas Rego foi morta em Bacabal.

Imirante, com informações da TV Mirante.

Atualizada em 19/05/2026 às 16h04
Kennedy Alves da Silva na época do crime (à esquerda) e após ser preso em São Paulo (à direita).
Kennedy Alves da Silva na época do crime (à esquerda) e após ser preso em São Paulo (à direita). (Divulgação/Redes sociais)

SÃO LUÍS – Kennedy Alves da Silva, suspeito de matar a professora Eunice das Chagas Rego, de 43 anos, foi preso nesse domingo (18), em Diadema, no estado de São Paulo. O crime aconteceu em outubro de 2011, na cidade de Bacabal, no interior do Maranhão.

A prisão foi realizada após informações repassadas pelo Comando de Operações e Sobrevivência em Área Rural (Cosar), da Polícia Militar do Maranhão, apontarem que o suspeito estaria escondido no município paulista.

Com base nos levantamentos, equipes do 6º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), da Polícia Militar de São Paulo, foram até o endereço indicado e localizaram Kennedy.

Durante a abordagem, os policiais confirmaram a existência de um mandado de prisão expedido pela Justiça do Maranhão. Ele foi levado para o 1º Distrito Policial de Diadema, onde o caso foi registrado.

Crime aconteceu em Bacabal

A professora Eunice das Chagas Rego foi morta a facadas no dia 5 de outubro de 2011, dentro de uma residência em Bacabal.

Segundo as investigações, Kennedy Alves da Silva, que na época tinha 21 anos e era estudante universitário, era o principal suspeito do crime.

De acordo com a polícia, ele morava na mesma casa que o filho da vítima, com quem dividia o aluguel do imóvel.

O corpo da professora foi encontrado pelo filho dela no quintal da residência localizada na Rua Tavares de Moura, no bairro Esperança.

Investigação apontou motivação financeira

A principal linha de investigação indicava que o crime teria sido motivado por dinheiro. Segundo a polícia, o suspeito teria descoberto que Eunice havia recebido uma quantia enviada por uma filha que morava na Holanda.

No local do crime, os policiais encontraram uma faca com vestígios de sangue, que teria sido usada no assassinato, além de chinelos pertencentes ao suspeito.

Ainda segundo as investigações, a vítima e Kennedy já haviam trocado agressões físicas e verbais em ocasiões anteriores.

Após o crime, o suspeito fugiu da cidade e passou a ser considerado foragido da Justiça até ser localizado em São Paulo quase 15 anos depois.

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